Quantos anos tem Maitê Proença

Quantos anos tem Maitê Proença?


Maitê Proença tem 60 anos de idade

Maitê Proença Gallo é uma atriz, apresentadora de televisão e escritora brasileira.

Filha de Margot Proença e Augusto Carlos Eduardo da Rocha Monteiro Gallo, Maitê Proença nasceu em São Paulo e foi criada em Campinas. Tem origem portuguesa, sendo seu avô materno e seu avô paterno portugueses. Aos cinco anos de idade, foi matriculada na Escola Americana de Campinas, que era destinada principalmente a filhos de norte-americanos residentes no Brasil.

Idade Maite Proençaidade de maite proença

Aos 12 anos de idade, a atriz passou por uma grande tragédia: Seu pai descobriu que sua esposa mantinha um relacionamento extraconjugal. Enfurecido, assassinou a esposa com onze facadas, mas não foi preso, e sim, absolvido, pois Maitê foi sua testemunha de defesa, o que facilitou o processo.Toda sua família materna ficou contra ela, por ter ido a favor do pai no processo, e deixaram de manter contato com Maitê. Para amenizar tamanha dor, começou a fazer terapia, e, após o crime, decidiu sair do país, indo morar com o irmão em um pensionato luterano, onde ficaram por três anos. Aos dezesseis, foi morar em Paris, para terminar seus estudos. Ao seu retorno, decide sair do pensionato luterano e pede abrigo a um padre.

Maite Proença jovem

Maite Proença jovemMaite Proença jovem

Aos dezenove, já no Brasil, prestou vestibular para várias faculdades e chegou a iniciar o curso de graduação em Psicologia, na PUC-SP, mas não o concluiu. Decidiu deixar o tratamento psicológico, mas sua depressão estava forte demais, e então se viciou em drogas, contando em entrevistas ter sido usuária durante três anos.Nesta época, decidiu mudar os rumos de sua vida, e durante dois anos saiu pelo mundo em viagens, morando em hotéis, conhecendo muitas pessoas e novas culturas, passando por cerca de trinta países, entre Europa, África e Ásia. Fez bicos vendendo jornal, cuidando de crianças e distribuindo folhetos nas esquinas parisienses. Em Paris a sua primeira experiência com as artes cênicas, quando matriculou-se em curso de mímica com o mestre de Marcel Marceau, Étienne Decroux. Depois, matriculou-se também em vários cursos na Universidade de Paris, entre eles, arquitetura do século XVII, pensamento do século XX, pensamento alemão do início do século e outras matérias. Posteriormente, foi conhecer o Oriente Médio, quando soube que seu pai estava muito doente e retornou ao Brasil. Ele se recuperou em pouco tempo e já estava casado novamente.

Maite Proença anos 70

Maite Proença anos 70
Maite Proença anos 70

Sua pretensão não era de ficar por muito tempo no Brasil, pelo contrário, somente o tempo necessário para a recuperação do pai, para que, em seguida, regressasse à França, porém sua vida tomou outros rumos. Enquanto esperava, começou a fazer um curso de teatro com Antunes Filho e a estudar roteiros para cinema no Museu da Imagem e do Som. Nesse momento, o jornalista Mário Prata, um dos palestrantes do curso no MIS, convida-a para um teste na TV Tupi.

Em 1979, estreia como atriz de televisão na novela Dinheiro Vivo. Inicialmente, sua participação estenderia-se somente a uma ponta de uma semana, porém sua personagem acabou ficando até o final da novela. Poucos meses depois, já estava contratada pela Rede Globo e participaria da novela Coração Alado, mas sofreu um acidente de carro que afetou sua coluna, a afastou de suas atividades por quase um ano. Ainda usando bengala, devido ao acidente, é convidada a viver sua primeira protagonista na novela As Três Marias, dividindo o título de mocinha com as experientes Nádia Lippi e Glória Pires. Para viver a personagem, foi obrigada a mudar-se de cidade, e pediu um alto salário, pago na época somente para atores do primeiro escalão. Acordo feito e Maitê topou o desafio de protagonizar a novela, porém, segundo ela mesma diz, o alto salário não pagava todas as críticas e pressões que sofria, fazendo-a odiar o trabalho de atriz. Maitê chegou a pensar em abandonar a carreira, porém além de ter um contrato com a Globo, já possuía bastante mídia, havia estampado diversas capas de revistas e batido recordes de audiência, dando bastante lucro à empresa contratante, e foi desaconselhada a sair.

Maite Proença anos 80

Maite Proença anos 80
Maite Proença anos 80

Em 1981, foi convidada a participar da telenovela Jogo da Vida, sob direção de Roberto Talma, forte influência e principal responsável por fazê-la repensar na decisão de abandonar a carreira artística. Durante a novela conheceu Carlos Augusto Strazzer, que viria a tornar-se um dos seus melhores amigos. Em 1982, encenou o espetáculo Mentiras Alucinantes de um Casal Feliz, tendo como parceiro de cena Armando Bogus. Em 1983, participou da novela Guerra dos Sexos, na pele da bela e romântica Juliana. Em seguida, transferiu-se para a Rede Manchete, onde protagonizou a minissérie A Marquesa de Santos. Em 1985, retornou à Globo e integrou o elenco da novela Um Sonho a Mais, contracenando com Marco Nanini, grande amigo que já conhecia desde o trabalho de As Três Marias. Em 1986, recebeu convite para participar do remake de Selva de Pedra, porém recusou, alegando que a Rede Manchete havia apresentado uma proposta melhor. De fato, nesse ano, Maitê viveu um dos melhores momentos de sua carreira, ao fazer a interpretação da cortesã Dona Beija na novela homônima, um dos grandes sucessos da emissora. Dona Beija foi a primeira novela a utilizar o recurso do banho na cachoeira, causando um certo escândalo na época e dando audiência. Maitê protagonizou as primeiras cenas de nudez em uma novela do horário nobre no Brasil, as quais se tornariam ícones daquela produção: a cortesã tomando seus banhos em uma cachoeira.

A partir desse trabalho, após atuar na novela Corpo Santo, de 1987, volta para a Rede Globo e continua a despontar sempre em papéis marcantes na dramaturgia nacional. Ainda nesse ano, trabalhou na novela Sassaricando, como a fotógrafa Camila, contracenando com o ator Edson Celulari, com quem dividiu os sets de filmagens dos longas Sexo Frágil e Brasa Adormecida; esse último lhe rendeu o Prêmio de Melhor Atriz do 2º Rio Cine Fest. Também encenou o espetáculo La Malasangre e protagonizou o filme A Dama do Cine Shanghai, ao lado de Antônio Fagundes, conquistando o Prêmio de Melhor Atriz no II Festival de Cinema de Natal e também no XV Festival dos Melhores do Ano do CineSesc. Depois, apresentou dois programas jornalísticos, o Programa de Domingo e Diálogo, ambos pela Rede Manchete. Em 1989, de volta à antiga casa, protagonizou a novela O Salvador da Pátria, fazendo par romântico com Lima Duarte, que viria a se tornar um dos seus melhores amigos e confidente também, em um momento que seu pai está muito doente e vem a falecer. Também rodou os longas O Beijo e Kuarup, além de encenar a peça Na Sauna. Nesse mesmo ano, outra tragédia na sua vida: Seu pai comete suicídio. Abalada, ela retorna a terapia por mais alguns anos.

Maite Proença anos 90

Maite Proença anos 90
Maite Proença anos 90

O ano de 1990, se destaca bastante na vida da atriz, com outra triste notícia: A morte de seu irmão de criação, Zuca, vítima de alcoolismo, e por uma muito feliz: O nascimento de sua única filha, Maria. Apenas seis meses após dar à luz foi protagonista da minissérie O Sorriso do Lagarto, em que fez par romântico com Tony Ramos, que seria repetido várias vezes depois. Ainda em 1991, viveu uma das Helenas mais jovens de Manoel Carlos, ao protagonizar a novela Felicidade. Em 1993, estreou a peça Confissões de Mulheres de 30 no Rio de Janeiro e depois sai em excursão pelo Nordeste. No final desse ano, encena a mesma montagem em São Paulo, além de atuar também no espetáculo História de Nova York – Dorothy Parker. Em 1994, fez uma rápida passagem pela dramaturgia da Rede Bandeirantes ao participar de alguns episódios da minissérie Confissões de Adolescente. Nesse ano, também trabalhou no filme 16060, que lhe rendeu o Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Brasília. No ano seguinte, encarna a sua primeira vilã na televisão, a Heloísa de Cara e Coroa. Seu papel era uma mulher fraca de caráter que mantinha um relacionamento secreto com o advogado inescrupuloso Mauro, de Miguel Falabella. Durante o trabalho, chegou a iniciar um affair com o colega de elenco Victor Fasano, que durou pouco tempo, tornando-se depois grandes amigos. Após um desentendimento com a produção da novela, foi afastada da trama. Heloísa foi jogada de um penhasco por Mauro, numa das cenas mais marcantes do folhetim. Anos depois, em uma entrevista, o ator Miguel Falabella, declarou ter perdido totalmente o interesse pela trama depois que Maitê foi afastada. Em 1999, também em uma entrevista, Maitê culpou Wolf Maya pela sua saída.

Em 1996, integrou o elenco fixo da série A Vida Como Ela É e, em 1997, rodou o curta Vox Populi, ganhando o Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Salvador. Depois, em 1998, filmou os longas A Hora Mágica e Paixão Perdida, além de ter atuado na novela Torre de Babel, em um dos personagens centrais, novamente ao lado de Tony Ramos. Em 1999, interpretou a rainha da França, Ana da Bretanha, no seriado Os Três Mosqueteiros, da Globo, e é ainda a protagonista de Tolerância. O filme gira em torno de um casal e o confronto que estabelecem entre seus sonhos, ideais, teorias e a realidade, passando por situações , como a de adultério, têm sua tolerância “esticada” e acabam por perceber que talvez sejam menos “civilizados” do que gostariam. É mais uma das ousadias de Maitê, e o filme, como era de se esperar, tem ótima repercussão. Participou também do filme Bufo & Spallanzani e estrelou a novela Vila Madalena, ao lado de Cristiana Oliveira, Edson Celulari, Herson Capri e Marcos Winter.

Maite Proença idade

Maite Proença idade
Maite Proença idade

A partir de então, passou a dedicar mais tempo ao teatro. Em 2000, protagonizou o espetáculo Isabel, pelo qual foi bastante elogiada pela crítica, além de ter sido indicada à categoria de Melhor Atriz para o Prêmio Shell. Em 2001, após uma participação especial na telenovela Estrela Guia como a hippie Kalinda, protagonizou Dona Yatá no filme A Selva, uma co-produção de Espanha, Portugal e Brasil protagonizada também por Cláudio Marzo e pelo ator português Diogo Morgado. Também participou do filme Viva Sapato, na pele de uma cômica jornalista americana. Em 2002 assinou, pela primeira vez sozinha, uma produção de teatro, levando aos palcos o monólogo Buda. Ainda atuou na comédia Com a Pulga Atrás da Orelha, como Madame Chandebise, uma divertida e desconfiada mulher que tenta tirar à prova a fidelidade do marido, e também encenou o espetáculo Paixão de Cristo, na Nova Jerusalém do sertão pernambucano, como Maria. O ano de 2003 foi marcado pela sua estreia na revista Época com uma coluna de crônicas. Após quase 25 anos de carreira, Maitê revelou seu talento também para a literatura. As crônicas escritas quinzenalmente conquistaram o público por seu estilo estilo franco, delicado e inteligente. Simultaneamente, destacou-se na temporada daquele ano do seriado adolescente Malhação e também rodou o filme Jogo Subterrâneo. Em 2004, esteve presente no elenco de Da Cor do Pecado, na pele da cômica Verinha, uma mulher fútil, falida, mãe da antagonista principal da novela, Bárbara de Giovanna Antonelli. Continuou também a publicar suas crônicas para a revista Época e, no ano seguinte, lançou seu primeiro livro, Entre Ossos e a Escrita, que reúne 50 crônicas publicadas na revista Época entre 2003 e 2004. Também em 2005 fez uma participação especial na telenovela A Lua me Disse, como a milionária Maria Regina. Sua personagem morre logo no início da trama e deixa toda sua herança para a filha, herança essa que desperta o interesse de muita gente na história. Nesse mesmo ano, ainda escreveu sua primeira peça, Achadas e Perdidas, que ficou em cartaz por três anos consecutivos.

A partir de 2006, passou a integrar o time de apresentadoras do programa Saia Justa, do GNT, ao lado da jornalista Mônica Waldvogel, da atriz Betty Lago, da filósofa Márcia Tiburi e da cantora Ana Carolina. Em 2007 finalizou seu segundo livro, Uma Vida Inventada, que mistura ficção a fatos reais num jogo de pistas falsas proposital; lançado em 2008, o livro obteve grande sucesso, ficando em primeiro lugar no ranking da revista Veja, além de permanecer inúmeras semanas entre os dez mais vendidos na categoria Ficção. Também escreveu a peça As Meninas, em parceria com Luiz Carlos Góes, que estrearia somente em 2009. Gravou o programa Saia Justa durante todo o ano e participou das filmagens de Elvis & Madona. Em 2008 viajou para Bali, na Indonésia, para gravar as primeiras cenas de Três Irmãs, novela que marca seu retorno à TV depois de três anos sem atuar nos folhetins globais. Em seguida, estreou o filme Onde Andará Dulce Veiga?, no papel da protagonista Dulce Veiga, cantora e atriz que após um período de sucesso desaparece misteriosamente nos anos de 1960. Em agosto desse ano, o filme é exibido em Nova York na Mostra Competitiva do Tribeca Cinemas. Juntamente com Irene Ravache gravou o audiobook de Uma Vida Inventada, lançado em agosto na Bienal do Livro de São Paulo. Em setembro daquele ano, em Ibitipoca, Minas Gerais, numa fazenda de amigos, sofreu um acidente ao cair de um cavalo, no qual fraturou cinco vértebras; ainda assim, continuou gravando Três Irmãs e o programa Saia Justa, narrando ainda o programa Belezas Francesas, além de telebiografias sobre Maria Callas, Brigitte Bardot e Sophia Loren para o canal GNT. Também participou de um sketch dos comediantes portugueses Gato Fedorento, no qual tentava imitar a pronúncia europeia da língua.

Quantos anos tem Maite Proença

Quantos anos tem Maite Proença

Em março de 2009 Onde Andará Dulce Veiga? foi exibido no V Prêmio Fiesp/Sesi do Cinema Paulista, concorrendo em todas as categorias, inclusive na de Melhor Atriz. No mês seguinte, a peça As Meninas começou a ser ensaiada. Além de produzir, envolveu-se também na assistência de direção da peça. Posteriormente, em junho, foi convidada pela autora Glória Perez para participar da novela Caminho das Índias, no papel de Nanda, uma mulher rica que sofre um golpe. Em outubro de 2009, circulou pela internet um vídeo feito, em 2007, para o programa Saia Justa, em que a atriz faz alguns comentários satíricos circulando por ruas e monumentos de Portugal. Junto à fonte do claustro do Mosteiro dos Jerônimos, o vídeo mostra a atriz cuspindo dentro da fonte. A atriz — em seu blog – diz que estava apenas imitando a estátua da fonte ao lado, que jorra água pela boca. Após a sua exibição em telejornais portugueses, o vídeo gerou revolta de parte do público que exigiu da parte dela, através de um abaixo-assinado online, um pedido de desculpas formais. A retratação da atriz foi feita em 13 de outubro do mesmo ano e reiterada. A direção do canal GNT do Brasil também apresentou suas desculpas formais pelo sucedido. Em 2010, saiu do ar o Saia Justa, e Proença passou a integrar o elenco da telenovela Passione, da Globo, no papel de Stella, uma mulher rica, mãe zelosa, infeliz com o casamento. Enquanto seu marido dá mais atenção à empresa da família e ao trabalho por ser um importante executivo, ela o trai com rapazes mais jovens. Em 2012, interpreta a Sinházinha em Gabriela.

Considerada por muitos uma das mais belas atrizes brasileiras, já foi capa de revistas masculinas, como a edição brasileira da revista Playboy. Foi uma das raras mulheres a ganhar um suplemento especial na revista. Em 1987, após tantas recusas de convites para posar nua, finalmente aceitou, tornando-se um dos maiores símbolos sexuais do Brasil. A edição vendeu 630 mil exemplares, o maior número de vendas no mercado editorial até então. Posaria uma segunda vez, em 1996, aos 38 anos, na belíssima paisagem da Sicília, e reconfirmaria o sucesso, desta vez, a revista alcançou a marca dos 720 mil exemplares vendidos.

Em fevereiro, 2015, entra para novela Alto Astral como Kitty.Em 2016, entrou para novela das 23h, Liberdade Liberdade. Após muitos anos de contrato fixo com a Rede Globo e fazendo parte do primeiro time da emissora, fãs são surpreendidos com a demissão da atriz em 2016, o que foi muito noticiado em sites e revistas. A atriz ficou revoltada com a emissora, na qual dedicou toda sua vida profissional.

Vida pessoal

Lançou um livro em 2008, intitulado “Uma Vida Inventada”, onde revela que, aos 16 anos, morando em Paris, teve seu primeiro namorado, um francês, poucos anos mais velho, e, por descuido, engravidou dele. Após diversas brigas, com idas e vindas, ele decidiu que não a apoiaria, e a abandonou grávida. Sem ter condições emocionais alguma para ter um filho, procurou uma clínica na região, onde fez um aborto, tendo tido uma tranquila recuperação. Revelou em entrevistas estar segura do que estava fazendo na época, não se arrependendo do ato, informando que as mulheres precisam ter a liberdade do que fazer com sua vida, com seu próprio corpo.

Com o tempo, teve diversos namorados. Em 1982, já morando no Brasil a alguns anos, decidiu viver junto com seu noivo, Paulo Marinho, ex-marido de Odile Rubirosa, com quem viveu 12 anos e teve sua única filha, Maria, nascida em outubro de 1990.Em 1995, teve um breve namoro com o colega de elenco Victor Fasano. De 1996 a 2000 morou junto com seu namorado, Edgar Moura. De 2004 a 2007, teve um relacionamento com o assessor de imprensa Rodrigo Paiva.Posteriormente namorou brevemente o empresário carioca Toninho Dias Leite e o escritor português Miguel Sousa Tavares, além do empresário Alexandre Colombo, com quem ficou por dois anos, terminando em 2011.

Apesar de seu relacionamento com Edgar Moura, com quem viveu por 4 anos, e com Paulo Marinho, com quem viveu por 12 anos, onde em seu site pessoal Paulo é descrito como “marido”, a atriz nunca se casou no civil com os dois cônjuges que teve, para evitar de perder a pensão paga pela SPPREV – São Paulo Previdência, que segundo dados de 2013, divulgados pela Revista Época, que na época foi divulgada como sendo de cerca de R$ 13 mil, que Maitê recebe desde 1989, ano de falecimento de seu pai, que foi desembargador. Em 2008 o valor chegava a R$ 21,5 mil. Essa pensão é resultado da lei complementar 180/1978, que prevê: “A pensão atribuída ao incapaz ou inválido será devida enquanto durar a incapacidade ou invalidez e à filha solteira até o casamento.”Segundo a reportagem, para manter a pensão, é comum a prática de muitas mulheres de realizar um casamento religioso, viver com um marido, ter filhos, mas não registrar a relação oficialmente.

 

 

 

 

 

 

 

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